A Criança e a Ghost Bike

Nina, hoje tem a Ghost Bike e vou levar spray branco e luvas pra você, ok? Se chover muito, vou sozinha. É importante você participar e saber que instalamos a Ghost Bike pros motoristas refletirem que a alta velocidade, imprudência e falta de respeito MATAM.

É. 

Se todas as crianças soubessem disso cresceriam adultos melhores. Tem amiguinhos seus que só sabem estar e transitar em automóveis e nem imaginam que a alta velocidade é um problema.

A Ghost Bike é sempre porque alguém morreu mã?

É sim filha.

Hoje como outros três momentos NINA vai participar de uma Ghost Bike.

Apresentar a realidade à criança é educar alguém melhor para o mundo! Não crie seu filho numa bolha, crie para a vida de verdade.

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Hoje, 08/09/2015, a Ghost Bike vai acontecer as 19h em São Paulo.

Ghost Bike – Mariana Livinalli Rodriguez

 

Leia mais:

Ghost Bike Gilberto Bueno

Para fazer parte da mudança, clique AQUI.

Bicicletada Julie Dias

logo-bce46fba8e10112b7cf38bcd469ffa5f    Las Magrelas  bike anjo

Silvia Ballan, mãe,ciclista, bike anjo,  bikerrepórter do Instituto CicloBR e colaboradora do Bike é Legal da Renata Falzoni, mãe de Nina, 7, Bia, 16, acredita na educação das crianças em espaços públicos, na rua, na troca … As crianças e adultos são capazes e possuem habilidades para descobrir problemas e solucioná-los de maneira consciente quando conhecem e vivem a cidade.

“Se queremos uma pessoa melhor, cuidamos da criança. Se queremos um cidadão, levamos os pequenos a viver a cidade”, afirma Silvia.

UM DOS NOSSOS OBJETIVOS: mostrar que mãe, filhos, mulher, familias inteiras podem pedalar pela cidade. Não é necessário usar roupas específicas ou ser atleta. 

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6 respostas para A Criança e a Ghost Bike

  1. Pingback: Mariana Livinalli Rodriguez e amigos | São Paulo | Silvia e Nina

  2. Michel disse:

    Oi Silvia, tudo bem? O lamentável caso da Mariana Rodriguez me deixou curioso.

    Me parece indiscutível que há alguns motoristas que abusam da imprudência e velocidade, e essas são práticas que realmente devemos combater. Mas nesse acidente em particular… parece que a Mariana desobedeceu a sinalização que existe no local, além de ter optado por não usar um equipamento de segurança (consta que ela estava sem capacete). Não seria o caso de enfatizar a importância dessas duas questões (o respeito às leis de trânsito e o uso de equipamentos de segurança)?

    Andei consultando algumas fontes, e não vejo nenhum ícone do cicloativismo dar atenção a isso — postura que vejo também nesse teu post. Mesmo em um caso como esse em que, ao que tudo indica, a desatenção e imprudência da Mariana resultaram em uma fatalidade, ainda assim não se reforça a orientação correta para o ciclista. Qual é o motivo?

    Obrigado!

    • silviaenina disse:

      Oi Michel, desculpe. Acho que respondi e não carregou no blog (estranho)
      No caso da Mari, ela cruzou a avenida e não sabia do semáforo de três fases e bateu de frente com o ônibus (3ª fase deste semáforo).
      O que acontece na cidade toda é o privilégio para os motorizados e nós não motorizados, se descuidarmos por segundos, vamos morrer. Se caminhar na cidade não permitir olhar os pássaros e contemplar o caminho algo errado está acontecendo. Amigas da Mari disseram que ela vivia avoada, num mundo gostoso de se viver…. olha que delicia se todos fossemos assim e pudéssemos ser 🙂
      Temos que viver alertas para não morrer atropelados como pedetsres e quem dirá como ciclista.
      Tem que melhorar o planejamento da cidade e dividir espaços para TODOS e parar de privilegiar os motorizados. Esse é o primeiro passo.
      Quanto ao capacete, acredito que um bom capacete, no Brasil deve custar certa de 800,00, como já vi, protegeria esse impacto. O Capacete de 80,00, o meu, acho que amorteceria um pouco,… massss só vamos saber se usar. Estou aderindo ao capacete em alguns momentos. Ando um pouco assustada, vai passsar.
      Ele não é obrigatório pelo CTB, sendo então, uma responsabilidade pessoal.
      Eu particularmente não gosto de usar e quando uso é para proteger mesmo, não penso na estética e outras bobeiras…. Não sou contra e nem a favor, é uma escolha.

      • Michel disse:

        Obrigado pela resposta, Silvia… queria comentar alguns pontos do que você escreveu, mas não sei se posso. Você autoriza? Podemos conversar um pouco sobre isso?

  3. Michel disse:

    Silvia, não sei se é algum problema sistêmico — mas ao recarregar essa página hoje, eu vejo que há “2 respostas para A Criança e a Ghost Bike” embora eu veja apenas meu próprio comentário; em outras palavras, se você respondeu, por algum motivo eu não consigo ler. Como proceder?
    Obrigado!

  4. Pingback: O sorriso ou a alta velocidade? A escolha é sua. | Silvia e Nina

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