A Criança e a Ghost Bike

The child and the Ghost Bike

Nina, hoje tem a Ghost Bike e vou levar spray branco e luvas pra você, ok? Se chover muito, vou sozinha. É importante você participar e saber que instalamos a Ghost Bike pros motoristas refletirem que a alta velocidade, imprudência e falta de respeito MATAM.

Nina, today has a Ghost Bike and I’m taking white spray and gloves for you, ok? If it rains a lot, I’m alone. It is important you participate and know we installed a Ghost Bike for drivers reflecting the high speed, recklessness and disrespect THEY KILL.

É. 

OK.

Se todas as crianças soubessem disso cresceriam adultos melhores. Tem amiguinhos seus que só sabem estar e transitar em automóveis e nem imaginam que a alta velocidade é um problema.

If every child know that adults would grow best. Have your buddies who only know and use in automobiles and can’t imagine that high speed is a problem.

A Ghost Bike é sempre porque alguém morreu mã?

The Ghost Bike is always because someone died?

É sim filha.

Yes, daughter.

Hoje como outros três momentos NINA vai participar de uma Ghost Bike.

Apresentar a realidade à criança é educar alguém melhor para o mundo! Não crie seu filho numa bolha, crie para a vida de verdade.

Today as three other times NINA will participate in a Ghost Bike.
Present the reality of the child is to educate someone better to the world! Don’t make your child in a bubble, create for real life.

Captura de Tela 2015-09-08 às 13.52.55

 

Hoje, 08/09/2015, a Ghost Bike vai acontecer as 19h em São Paulo.

Today, 08/09/2015, the Ghost Bike will happen the 7:00 pm in Sao Paulo.

Ghost Bike – Mariana Livinalli Rodriguez

 

Leia mais:

Ghost Bike Gilberto Bueno

Para fazer parte da mudança, clique AQUI.

Bicicletada Julie Dias

logo-bce46fba8e10112b7cf38bcd469ffa5f    Las Magrelas  bike anjo

Silvia Ballan, mãe,ciclistabike anjo,  bikerrepórter do Instituto CicloBR e colaboradora do Bike é Legal da Renata Falzoni, mãe de Nina, 7, Bia, 16, acredita na educação das crianças em espaços públicos, na rua, na troca … As crianças e adultos são capazes e possuem habilidades para descobrir problemas e solucioná-los de maneira consciente quando conhecem e vivem a cidade.

“Se queremos uma pessoa melhor, cuidamos da criança. Se queremos um cidadão, levamos os pequenos a viver a cidade”afirma Silvia.

UM DOS NOSSOS OBJETIVOS: mostrar que mãe, filhos, mulher, familias inteiras podem pedalar pela cidade. Não é necessário usar roupas específicas ou ser atleta. 

Silvia Ballan, mom, cyclist, Bike Angel, Videomaker Institute and collaborator Bike é Legal, mother of Nina, 7, Bia, 16, believes in the education of children in public spaces, in the street.  Children and adults are capable and possess skills to find problems and solve them aware when they know and live the city.
“If we want a better person, take care of the child. If we want a citizen, we take the small living city, “says Silvia.
ONE of OUR GOALS: show that mother, children, wife, entire families can cycle around town. It is not necessary to use specific clothes or be an athlete.

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6 respostas para A Criança e a Ghost Bike

  1. Pingback: Mariana Livinalli Rodriguez e amigos | São Paulo | Silvia e Nina

  2. Michel disse:

    Oi Silvia, tudo bem? O lamentável caso da Mariana Rodriguez me deixou curioso.

    Me parece indiscutível que há alguns motoristas que abusam da imprudência e velocidade, e essas são práticas que realmente devemos combater. Mas nesse acidente em particular… parece que a Mariana desobedeceu a sinalização que existe no local, além de ter optado por não usar um equipamento de segurança (consta que ela estava sem capacete). Não seria o caso de enfatizar a importância dessas duas questões (o respeito às leis de trânsito e o uso de equipamentos de segurança)?

    Andei consultando algumas fontes, e não vejo nenhum ícone do cicloativismo dar atenção a isso — postura que vejo também nesse teu post. Mesmo em um caso como esse em que, ao que tudo indica, a desatenção e imprudência da Mariana resultaram em uma fatalidade, ainda assim não se reforça a orientação correta para o ciclista. Qual é o motivo?

    Obrigado!

    • silviaenina disse:

      Oi Michel, desculpe. Acho que respondi e não carregou no blog (estranho)
      No caso da Mari, ela cruzou a avenida e não sabia do semáforo de três fases e bateu de frente com o ônibus (3ª fase deste semáforo).
      O que acontece na cidade toda é o privilégio para os motorizados e nós não motorizados, se descuidarmos por segundos, vamos morrer. Se caminhar na cidade não permitir olhar os pássaros e contemplar o caminho algo errado está acontecendo. Amigas da Mari disseram que ela vivia avoada, num mundo gostoso de se viver…. olha que delicia se todos fossemos assim e pudéssemos ser 🙂
      Temos que viver alertas para não morrer atropelados como pedetsres e quem dirá como ciclista.
      Tem que melhorar o planejamento da cidade e dividir espaços para TODOS e parar de privilegiar os motorizados. Esse é o primeiro passo.
      Quanto ao capacete, acredito que um bom capacete, no Brasil deve custar certa de 800,00, como já vi, protegeria esse impacto. O Capacete de 80,00, o meu, acho que amorteceria um pouco,… massss só vamos saber se usar. Estou aderindo ao capacete em alguns momentos. Ando um pouco assustada, vai passsar.
      Ele não é obrigatório pelo CTB, sendo então, uma responsabilidade pessoal.
      Eu particularmente não gosto de usar e quando uso é para proteger mesmo, não penso na estética e outras bobeiras…. Não sou contra e nem a favor, é uma escolha.

      • Michel disse:

        Obrigado pela resposta, Silvia… queria comentar alguns pontos do que você escreveu, mas não sei se posso. Você autoriza? Podemos conversar um pouco sobre isso?

  3. Michel disse:

    Silvia, não sei se é algum problema sistêmico — mas ao recarregar essa página hoje, eu vejo que há “2 respostas para A Criança e a Ghost Bike” embora eu veja apenas meu próprio comentário; em outras palavras, se você respondeu, por algum motivo eu não consigo ler. Como proceder?
    Obrigado!

  4. Pingback: O sorriso ou a alta velocidade? A escolha é sua. | Silvia e Nina

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