Saia da Bolha ;-)

O semáforo fica vermelho e alguns vidros ainda abertos imediatamente se fecham, são bem negros e raramente nos permite ver quem está dentro do carro. Estas pessoas se sentem “protegidas” e longe das pessoas que pedem ajuda nos faróis.

Moradores de rua são seres humanos como nós e merecem nosso respeito. Tratar da mesma forma que gostaria de ser tratado por alguém é ensinar ao seu filho o respeito ao próximo.

Aos três anos a percepção de socialização da criança aumenta, antes a criança está mais centrada nela mesma, e para as crianças conviverem e entenderem as diferenças é preciso que os pais respeitem e se aproximem ao máximo da realidade de uma maneira natural. Por exemplo, quando os pais se afastam de um morador de rua, as crianças farão o mesmo. Nesse momento podemos dar bom dia, falar sobre “como podemos ajudar as pessoas” e até amadurecer com nossos filhos pra debater esse assunto em familia.

Pedalar pela cidade nos aproxima das pessoas e da realidade. Quando pedalamos não fechamos os vidros imaginários assim como os motoristas em SUVs altas e pomposas que fazem o mesmo papel de muros e cercas elétricas. Não podemos e jamais devemos tratar os outros com indiferença, principalmente aos 30 com dois filhos. Sejamos o exemplo.

 

Segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), em 2003 havia cerca de 10 700 moradores de rua na cidade de São Paulo.

A menina de classe média andou na rua pela primeira vez aos 4 anos. Ela mora em São Paulo, num condomínio fechado.

Vai pra a escola e volta para casa todos os dias bem presa na cadeirinha, protegida atrás de janelas fechadas, vidros escurecidos com insulfilm.

LEIA O TEXTO: “Mãe, onde dormem as pessoas marrons?”

silvia e nina

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Silvia Ballan, mãe,ciclista, bike anjo,  bikerrepórter do Instituto CicloBR e colaboradora do Bike é Legal da Renata Falzoni, mãe de Nina, 7, Bia, 16, acredita na educação das crianças em espaços públicos, na rua, na troca … As crianças e adultos são capazes e possuem habilidades para descobrir problemas e solucioná-los de maneira consciente quando conhecem e vivem a cidade.

“Se queremos uma pessoa melhor, cuidamos da criança. Se queremos um cidadão, levamos os pequenos a viver a cidade”, afirma Silvia.

UM DOS NOSSOS OBJETIVOS: mostrar que mãe, filhos, mulher, familias inteiras podem pedalar pela cidade. Não é necessário usar roupas específicas ou ser atleta. 

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